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Mortes em protestos aumentam, e Col√īmbia espera nova onda de covid-19

Greve nacional foi convocada para esta quarta-feira

Por Diário dos Municípios em 12/05/2021 às 15:32:39

O n√ļmero de mortes registrado na Colômbia, após quase duas semanas de protestos contra o governo, subiu para mais de 40 nessa ter√ßa-feira (11), um dia antes da greve nacional convocada para esta quarta-feira. Autoridades de grandes cidades alertam sobre um pico prolongado de casos de covid-19 por causa das manifesta√ß√Ķes.

Os protestos violentos contra a proposta de reforma tribut√°ria do governo, que agora j√° foi retirado de pauta, come√ßaram no dia 28 de abril. As reivindica√ß√Ķes dos manifestantes se expandiram para incluir renda b√°sica, fim da viol√™ncia policial e retirada de um projeto de reforma da sa√ļde que é discutido h√° muito tempo.

Protestos menores e bloqueios de estradas continuam diariamente por todo o pa√≠s. Sindicatos e grupos estudantis convocaram greve nacional hoje, após uma reuni√£o com o presidente Ivan Duque, que acabou sem consenso.

O ouvidor de direitos humanos da Colômbia afirmou que recebeu relatos de mortes de 41 civis e de um policial e que est√° verificando se os casos s√£o diretamente ligados aos protestos.

A pol√≠cia e o esquadr√£o de choque Esmad s√£o os supostos respons√°veis por 11 assassinatos, segundo o ouvidor, que considerou sete mortes como n√£o relacionadas às manifesta√ß√Ķes.

"Pedimos que medidas sejam tomadas para encerrar a viol√™ncia que est√° fazendo a Colômbia sangrar", disse o gabinete do ouvidor pelo Twitter.

O grupo local de direitos humanos Temblores afirmou que 40 manifestantes teriam sido mortos pela polícia, enquanto a organização não governamental Human Rights Watch disse que recebeu 46 relatos de mortes nos protestos e verificou 13.

Fonte: Agência Brasil

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